"Casamento gay". Se é que uma palavra hetero pode ser associada a uma relação homo, outros chavões também começarão a ser.
1. Fazer papai e papai/ Mamae e mamae.
2. "Nana nene que a cuca vem pegar. Papai foi na roça e o outro papai foi trabalhar".
3. Mamae não quer, mamae não deixa.
4. - Obedece se não a mamae vai contar pra outra mamae!
5. Dia da 'familia'.
Frases genéricas, fórmulas clássicas e o chavão nosso de cada dia no mundo cristão.
domingo, maio 15, 2011
domingo, maio 08, 2011
Mae e chavão
1. Mãe é mãe.
2. Não poe a mãe no meio.
3. Todos os dias, e não um só, deveriam ser das mães
4. Mae deixa de comer para alimentar o filho.
5. Amor de mãe.
6. Mãe é só uma.
7. -Holy mother of God!
2. Não poe a mãe no meio.
3. Todos os dias, e não um só, deveriam ser das mães
4. Mae deixa de comer para alimentar o filho.
5. Amor de mãe.
6. Mãe é só uma.
7. -Holy mother of God!
sexta-feira, maio 06, 2011
Chavões homoafetivos
Com a nova lei aprovada pelo STF, unioes homoafetivas passam a receber status legal. Uma especia de casamento, digamos assim.
Jà os chavões não precisam de STF nenhum. Jà têm status de lei na boca dos orgaos da classe.
Orgaos no sentido de "instituições", que fique bem claro.
1. União homoafetiva
2. Uma vitoria dos direitos humanos
3. Justiça seja feita
4. Direitos iguais
5. Não à homofobia
6. Assumir uma condição, não opção
7. Casamento gay
Jà os chavões não precisam de STF nenhum. Jà têm status de lei na boca dos orgaos da classe.
Orgaos no sentido de "instituições", que fique bem claro.
1. União homoafetiva
2. Uma vitoria dos direitos humanos
3. Justiça seja feita
4. Direitos iguais
5. Não à homofobia
6. Assumir uma condição, não opção
7. Casamento gay
domingo, fevereiro 06, 2011
Big ganchos chavão
Para o pastor que não desgruda da TV e adora um gancho preso na atualidade, o Oficio facilita o serviço
1. Imunidade - Só em Cristo temos, pela fé, imunidade do pecado e liberação da eliminiação eterna.
2. Eliminiação - Só é eliminado quem não poe seu voto de fé em Jesus cristo
3. Paredão - O pecado nos poe no paredão, mas Jesus Cristo, com sua crucificação, nos tira da perdição, dando eterna salvação
4. Brothers - Jesus é o nosso Grande Brother
5. Pedro Bial- Pedro sempre quis subir alto (pegou?..subir alto - Bial...pegou?... )em sua vontade de liderar dos discipulos. Mas Jesus mostrou que em alguns momentos ele também merecia ir para o paredão.
6. Jesus não nos escolheu para ficarmos inertes, como se estivessemos em uma casa semnada pára fazer. Nosso papel é enfrentar as duras provas da vida dando testemunho de como vale a pena o premio da vida eterna.
7. Deus é Pai, Cristo é Big; pela fé, você é Brother.
1. Imunidade - Só em Cristo temos, pela fé, imunidade do pecado e liberação da eliminiação eterna.
2. Eliminiação - Só é eliminado quem não poe seu voto de fé em Jesus cristo
3. Paredão - O pecado nos poe no paredão, mas Jesus Cristo, com sua crucificação, nos tira da perdição, dando eterna salvação
4. Brothers - Jesus é o nosso Grande Brother
5. Pedro Bial- Pedro sempre quis subir alto (pegou?..subir alto - Bial...pegou?... )em sua vontade de liderar dos discipulos. Mas Jesus mostrou que em alguns momentos ele também merecia ir para o paredão.
6. Jesus não nos escolheu para ficarmos inertes, como se estivessemos em uma casa semnada pára fazer. Nosso papel é enfrentar as duras provas da vida dando testemunho de como vale a pena o premio da vida eterna.
7. Deus é Pai, Cristo é Big; pela fé, você é Brother.
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Big Chavões
Todo verão tem Big Brother. E, como sempre, todos verão o que nunca falta. Chavões.
1. Paredão
2. Imunidade
3. Baixaria
4. -que é, Bial?
5. Eliminação
6. Merchandising
7. _Liberei a porrada!
1. Paredão
2. Imunidade
3. Baixaria
4. -que é, Bial?
5. Eliminação
6. Merchandising
7. _Liberei a porrada!
domingo, janeiro 30, 2011
Com um chavão de verão queimando no peito
1. Agora é só sol, praia e descanso.
2. Com Deus eu vou, com Deus eu volto.
3. Vou tirar umas férias, afinal, eu também sou filho de Deus.
4. A vida que eu pedi a Deus.
5. Agora é só calor, festa, cervejin.... ops, não deixa o pastor ouvir isso.
6. As reuniões/cultos/missas no periodo de verão... (segue divulgação dos horários)
7. Deus não tira férias de você. Não tire férias dele.
2. Com Deus eu vou, com Deus eu volto.
3. Vou tirar umas férias, afinal, eu também sou filho de Deus.
4. A vida que eu pedi a Deus.
5. Agora é só calor, festa, cervejin.... ops, não deixa o pastor ouvir isso.
6. As reuniões/cultos/missas no periodo de verão... (segue divulgação dos horários)
7. Deus não tira férias de você. Não tire férias dele.
terça-feira, janeiro 25, 2011
Chavões das férias de verão
1. Com Deus eu vou, com Deus eu volto
2. Não tire férias de sua fé.
3. Deus não tira férias de você
4. Viva o verão com fé no coração.
5. hora de recarregar as baterias
6. tempo de repor as energias
7. Um abençoado descanso pra você.
2. Não tire férias de sua fé.
3. Deus não tira férias de você
4. Viva o verão com fé no coração.
5. hora de recarregar as baterias
6. tempo de repor as energias
7. Um abençoado descanso pra você.
sábado, dezembro 11, 2010
Inventando chavões
Porque a Igreja brasileira parece não ter outra diversão ultimamente. Então aí vão algumas sugestões.
1. Bênção da prosperidade dos lavadores de carro
2. Culto dos que estão nos 90 dias do contrato
3. Rosa abençoada das mães que estão com ameaça de filhos prematuros no setimo mês
4. Unção dos estivadores que tiveram problema na quarta vértebra
5. bênção dos desavisados que esqueceram de cumprir o dizimo da quarta novena
6. Homilia para a prosperidade dos plantadores de bonsai
7. Cura da depressão de gatos abandonados por entregadores de jornal
1. Bênção da prosperidade dos lavadores de carro
2. Culto dos que estão nos 90 dias do contrato
3. Rosa abençoada das mães que estão com ameaça de filhos prematuros no setimo mês
4. Unção dos estivadores que tiveram problema na quarta vértebra
5. bênção dos desavisados que esqueceram de cumprir o dizimo da quarta novena
6. Homilia para a prosperidade dos plantadores de bonsai
7. Cura da depressão de gatos abandonados por entregadores de jornal
sábado, novembro 27, 2010
Advento de chavões
Chega esta epoca, os chavões chegam aos borbotões.
1. Jà é Natal de novo?
2. nossa, como passou rápido.
3. As propagandas começam cada vez mais cedo!
4. Corre corre
5. Correria
6. É muito compromisso
7. Não vejo a hora de chegar janeiro.
1. Jà é Natal de novo?
2. nossa, como passou rápido.
3. As propagandas começam cada vez mais cedo!
4. Corre corre
5. Correria
6. É muito compromisso
7. Não vejo a hora de chegar janeiro.
quarta-feira, novembro 24, 2010
sábado, novembro 20, 2010
Chavões da presidenta
1. A primeira mulher a ser eleita presidente do Brasil
2. A continuidade do governo Lula
3. A valorização da mulher
4. Uma vitoria das mulheres
5. Uma vitória do feminismo
2. A continuidade do governo Lula
3. A valorização da mulher
4. Uma vitoria das mulheres
5. Uma vitória do feminismo
quarta-feira, novembro 17, 2010
Chavões da madrugada
1. Vigilia
2. Altas horas
3. Prenuncio da manhã
4. Fala que eu te escuto
5. Insônia
2. Altas horas
3. Prenuncio da manhã
4. Fala que eu te escuto
5. Insônia
sábado, setembro 25, 2010
sábado, setembro 18, 2010
Universalismo
P*rra, não pode aparecer um livro que fale de fé e que venda muito que logo já se acha problemas em seu conteúdo. Parece que para ser bom tem que vender pouco, quase ninguém conhecer e usar a linguagem dos iniciados.
Mas enfim, o fato é que há quem veja universalismo cristão em 'A Cabana', de William Young. Seja lá o que isso for.
E os motivos estão listados abaixo.
Enviado pelo Georges
"Ao comparar os credos do Universalismo com uma leitura cuidadosa de A Cabana, descobre-se quão profundamente ele está entranhado nesse livro. Eis aqui algumas evidências resumidas:
1) O credo universalista de 1899 afirmava que “existe um Deus cuja natureza é o amor”. Young diz que Deus “não pode agir independentemente do amor” (p. 102),[1] e que Deus tem sempre o propósito de expressar Seu amor em tudo o que faz (p. 191).
2) Não existe punição eterna para o pecado. O credo de 1899 novamente afirma que Deus “finalmente restaurará toda a família humana à santidade e à alegria”. Semelhantemente, Young nega que “Papai” (nome dado pelo personagem a Deus, o Pai) “derrama ira e lança as pessoas” no inferno. Deus não pune por causa do pecado; é a alegria dEle “curar o pecado” (p. 120). Papai “redime” o julgamento final (p. 127). Deus não “condenará a maioria a uma eternidade de tormento, distante de Sua presença e separada de Seu amor” (p. 162).
3) Há uma representação incompleta da enormidade do pecado e do mal. Satanás, como o grande enganador e instigador da tentação ao pecado, deixa de ser mencionado na discussão de Young sobre a queda (pp. 134-37).
4) Existe uma subjugação da justiça de Deus a seu amor – um princípio central ao Universalismo. O credo de 1878 afirma que o atributo da justiça de Deus “nasce do amor e é limitado pelo amor”. Young afirma que Deus escolheu “o caminho da cruz onde a misericórdia triunfa sobre a justiça por causa do amor”, e que esta maneira é melhor do que se Deus tivesse que exercer justiça (pp. 164-65).
Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?
5) Existe um erro grave na maneira como Young retrata a Trindade. Ele afirma que toda a Trindade encarnou como o Filho de Deus, e que a Trindade toda foi crucificada (p. 99). Ambos, Jesus e Papai (Deus) levam as marcas da crucificação em suas mãos (contrariamente a Isaías 53.4-10). O erro de Young leva ao modalismo, ou seja, que Deus é único e às vezes assume as diferentes modalidades de Pai, Filho e Espírito Santo, uma heresia condenada pela igreja primitiva. Young também faz de Deus uma deusa; além disso, ele quebra o Segundo Mandamento ao dar a Deus, o Pai, a imagem de uma pessoa.
6) A reconciliação é efetiva para todos sem necessidade de exercerem a fé. Papai afirma que ele está reconciliado com o mundo todo, não apenas com aqueles que crêem (p. 192). Os credos do Universalismo, tanto o de 1878 quanto o de 1899, nunca mencionaram a fé.
7) Não existe um julgamento futuro. Deus nunca imporá Sua vontade sobre as pessoas, mesmo em Sua capacidade de julgar, pois isso seria contrário ao amor (p. 145). Deus se submete aos humanos e os humanos se submetem a Deus em um “círculo de relacionamentos”.
8) Todos são igualmente filhos de Deus e igualmente amados por ele (pp. 155-56). Numa futura revolução de “amor e bondade”, todas as pessoas, por causa do amor, confessarão a Jesus como Senhor (p. 248).
9) A instituição da Igreja é rejeitada como sendo diabólica. Jesus afirma que Ele “nunca criou e nunca criará” instituições (p. 178). As igrejas evangélicas são um obstáculo ao universalismo.
10) Finalmente, a Bíblia não é levada em consideração nesse romance. É um livro sobre culpa e não sobre esperança, encorajamento e revelação.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 2009.
Mas enfim, o fato é que há quem veja universalismo cristão em 'A Cabana', de William Young. Seja lá o que isso for.
E os motivos estão listados abaixo.
Enviado pelo Georges
"Ao comparar os credos do Universalismo com uma leitura cuidadosa de A Cabana, descobre-se quão profundamente ele está entranhado nesse livro. Eis aqui algumas evidências resumidas:
1) O credo universalista de 1899 afirmava que “existe um Deus cuja natureza é o amor”. Young diz que Deus “não pode agir independentemente do amor” (p. 102),[1] e que Deus tem sempre o propósito de expressar Seu amor em tudo o que faz (p. 191).
2) Não existe punição eterna para o pecado. O credo de 1899 novamente afirma que Deus “finalmente restaurará toda a família humana à santidade e à alegria”. Semelhantemente, Young nega que “Papai” (nome dado pelo personagem a Deus, o Pai) “derrama ira e lança as pessoas” no inferno. Deus não pune por causa do pecado; é a alegria dEle “curar o pecado” (p. 120). Papai “redime” o julgamento final (p. 127). Deus não “condenará a maioria a uma eternidade de tormento, distante de Sua presença e separada de Seu amor” (p. 162).
3) Há uma representação incompleta da enormidade do pecado e do mal. Satanás, como o grande enganador e instigador da tentação ao pecado, deixa de ser mencionado na discussão de Young sobre a queda (pp. 134-37).
4) Existe uma subjugação da justiça de Deus a seu amor – um princípio central ao Universalismo. O credo de 1878 afirma que o atributo da justiça de Deus “nasce do amor e é limitado pelo amor”. Young afirma que Deus escolheu “o caminho da cruz onde a misericórdia triunfa sobre a justiça por causa do amor”, e que esta maneira é melhor do que se Deus tivesse que exercer justiça (pp. 164-65).
Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?
5) Existe um erro grave na maneira como Young retrata a Trindade. Ele afirma que toda a Trindade encarnou como o Filho de Deus, e que a Trindade toda foi crucificada (p. 99). Ambos, Jesus e Papai (Deus) levam as marcas da crucificação em suas mãos (contrariamente a Isaías 53.4-10). O erro de Young leva ao modalismo, ou seja, que Deus é único e às vezes assume as diferentes modalidades de Pai, Filho e Espírito Santo, uma heresia condenada pela igreja primitiva. Young também faz de Deus uma deusa; além disso, ele quebra o Segundo Mandamento ao dar a Deus, o Pai, a imagem de uma pessoa.
6) A reconciliação é efetiva para todos sem necessidade de exercerem a fé. Papai afirma que ele está reconciliado com o mundo todo, não apenas com aqueles que crêem (p. 192). Os credos do Universalismo, tanto o de 1878 quanto o de 1899, nunca mencionaram a fé.
7) Não existe um julgamento futuro. Deus nunca imporá Sua vontade sobre as pessoas, mesmo em Sua capacidade de julgar, pois isso seria contrário ao amor (p. 145). Deus se submete aos humanos e os humanos se submetem a Deus em um “círculo de relacionamentos”.
8) Todos são igualmente filhos de Deus e igualmente amados por ele (pp. 155-56). Numa futura revolução de “amor e bondade”, todas as pessoas, por causa do amor, confessarão a Jesus como Senhor (p. 248).
9) A instituição da Igreja é rejeitada como sendo diabólica. Jesus afirma que Ele “nunca criou e nunca criará” instituições (p. 178). As igrejas evangélicas são um obstáculo ao universalismo.
10) Finalmente, a Bíblia não é levada em consideração nesse romance. É um livro sobre culpa e não sobre esperança, encorajamento e revelação.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 2009.
sábado, setembro 11, 2010
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